A compulsão alimentar se caracteriza por comer grande quantidade de comida em um curto espaço de tempo. Normalmente a pessoa come sem ter fome física ou orgânica. Come para saciar a sua fome emocional.
Desta forma, quando estamos passando por episódios de compulsão alimentar, o que está motivando o ato de comer, não é a fome, e sim uma emoção. Por este motivo você só vai perceber que comeu além da conta quando sentir que o estômago cheio e começar a passar mal.
Muitas vezes os indivíduos que tem este transtorno, fazem dietas restritivas com a intenção de emagrecer. Como se o problema fosse somente externo, ou seja, a forma física. Muitos têm o seguinte pensamentos: “Se estou bem com o espelho está tudo certo”. Mas isso não é verdade. O ato de fazer apenas dieta com o objetivo de emagrecer e ficar bem fisicamente é como fosse uma “maquiagem” para esconder o verdadeiro causador da obesidade que é a nossa emoção, ou seja, os nossos sentimentos.
Assim “tratando” somente o sintoma (obesidade) e não a causa (a emoção) certamente o indivíduo terá recaídas e irá se frustrar, o que irá manter mais ainda no transtorno.
Portanto o que nos mantém no ciclo da compulsão alimentar é a emoção que sentimos antes de comermos compulsivamente. Mas este ato acontece de forma automática, inconsciente que nem nos damos conta o que nos levou a ter tal comportamento.
Por isso que é importante buscar uma ajuda psicológica. O psicoterapeuta vai te ajudar a identificar de forma mais racional o que acontece antes do episódio de compulsão alimentar e vai te mostrar saídas mais adaptativas para regular as suas emoções.
De forma mais prática, durante o processo de psicoterapia você vai aprender a se fazer as perguntas certas para colocar suas emoções de volta no eixo e não descontar mais os seus sentimentos na comida. Com isso o emagrecimento será uma consequência positiva da regulação emocional.
Se você está passando por episódios de compulsão alimentar, não hesite em buscar ajuda. Agende uma avaliação gratuita comigo para conversarmos.
