Quando dizer “não” parece egoísmo e você sempre se coloca por último
Você está sempre disponível.
Sempre pronta para ajudar.
Sempre assumindo responsabilidades que nem eram suas.
Você resolve, organiza, apoia, escuta.
Mas quase nunca para para perguntar:
“E eu?”
Quando tenta colocar um limite, sente culpa.
Quando pensa em descansar, sente culpa.
Quando decide priorizar algo seu, sente culpa.
No fundo, existe um medo silencioso:
Se eu não for necessária, talvez eu não seja importante.
Então você continua se doando.
Mesmo cansada.
Mesmo sobrecarregada.
Mesmo ressentida.
Você engole o incômodo.
Evita conflitos.
Prefere se esgotar do que frustrar alguém.
Mas, aos poucos, algo começa a acontecer:
Você se sente invisível.
Desvalorizada.
Sozinha mesmo estando rodeada de pessoas.
O problema não é ser generosa.
É acreditar que você só merece amor quando está se sacrificando.
Relacionamentos saudáveis não exigem que você se anule.
Amor não deveria custar a sua exaustão.
Você também tem necessidades.
Você também merece cuidado.
Você também pode ocupar espaço.
Na terapia, é possível aprender a colocar limites sem culpa e a se priorizar sem medo.
Cuidar do outro é bonito.
Mas se abandonar não precisa ser o preço. 💛
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